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	<title>1ª Igreja Presbiteriana Independente de Marília</title>
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	<description>Os que confiam no Senhor são como o Monte de Sião,  que não se abala, mas permanece firme para sempre</description>
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		<title>O MUNDO PRECISA DE MÃES!</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 12:29:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rapha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos últimos dias cenas inimagináveis se tornaram comuns. Mães que abandonaram seus bebês recém-nascidos na caçamba de lixo, no banheiro do hospital, no terreno baldio ou envolvidos numa sacola plástica e lançados no quintal mais próximo. Prefiro crer que foi um ato insano e isolado num momento incerto, que admitir que o coração de mãe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos dias cenas inimagináveis se tornaram comuns. Mães que abandonaram seus bebês recém-nascidos na caçamba de lixo, no banheiro do hospital, no terreno baldio ou envolvidos numa sacola plástica e lançados no quintal mais próximo. Prefiro crer que foi um ato insano e isolado num momento incerto, que admitir que o coração de mãe mudou, que a ternura e o afeto se esgotaram, que a pureza e a abdicação materna se perderam. Admitir isso tornaria o mundo insuportável e desesperador.<br />
A isto, prefiro assistir cenas de mães que desesperadas, prendem seus filhos acorrentados à cama para não perdê-los para as drogas ou vê-los mortos. Evidentemente, no mundo ideal, nenhuma das cenas é preferível. Gostaria de não assisti-las! Mas a última me faz crer que o mundo caído e em queda, ainda preserva, embora de um modo corrompido, a força de uma mãe que ama e luta.<br />
Nada é mais esperançoso do que ver uma mãe acreditar. As mães são heroínas que acreditam numa virada que ninguém mais espera. E não raras vezes a virada acontece. Isso porque Deus acredita nas mães que acreditam na mudança.<br />
Jesus presenciou a cena de uma mãe que seguia num cortejo para o enterro de seu único filho. A cena devia ser tão desoladora e a expressão da alma tão intensa que o Senhor intervém, possuído de compaixão: “Não chores!”. É fato que o texto de Lucas 7.11-17, nada diz sobre um possível pedido ou um clamor desesperado daquela mãe. Mas também, não me causaria espanto, se esta, mesmo diante de evidências irreversíveis, cresse num milagre. E é o que acontece, quando Jesus o ressuscitou e o “restituiu a sua mãe”.<br />
Quando a esperança dá sinais de enfraquecimento, e ouvimos de uma mãe valente num ato heróico e extraordinário, nossa fé renova, a esperança reaparece e inexplicavelmente o mundo melhora (aos nossos olhos!). Assim como li sobre a grande enchente do Rio Jaguari, em 1941, quando uma moradora nas margens deste rio, foi surpreendida com a subida rápida do seu nível. Dona Cecília Marques, depois de ilhada, só teve tempo de pegar seus três filhos e subir numa árvore  um velho Alecrim e ali ficou durante três dias, sendo ameaçada de ser levada pela correnteza. Os vizinhos e parentes tentavam chegar de canoa ao local e desistiam devido à fúria das águas. Contam os expectadores que não conseguiam entender como essa mãe mantinha as crianças alertas e presas à árvore para não serem levadas pela correnteza. Os galhos do alecrim se curvavam a todo instante ameaçando arrastá-los. Outro questionamento que intriga se refere à fonte de energia para suportar tanto tempo sem cochilar, sabendo que qualquer descuido era fatal para aquela família! Enfim, as águas baixaram e os flagelados foram resgatados com vida.<br />
Pois é, mães são seres que fazem o mundo se tornar habitável. Seus atos são inexplicáveis, alguns quase inacreditáveis! Por isso, e por tantas outras razões, felicitamos as mães de nossa comunidade por esse dia tão significativo e especial. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Rev. Jean Douglas Gonçalves</p>
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		<title>UM OLHAR DE DENTRO PARA FORA</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 13:36:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rapha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Continua nestes deveres, porque, fazendo assim, salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes.&#8221; I Timóteo 4.16. &#160; Talvez um dos maiores desafios da vida seja “conhecer a si mesmo”. Dentro da filosofia de Sócrates, deveríamos cuidar menos das “coisas”, riqueza, fama e poder, para cuidarmos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Continua nestes deveres, porque, fazendo assim, salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes.&#8221;</em> I Timóteo 4.16.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Talvez um dos maiores desafios da vida seja “conhecer a si mesmo”. Dentro da filosofia de Sócrates, deveríamos cuidar menos das “coisas”, riqueza, fama e poder, para cuidarmos mais de nós mesmos. Por incrível que pareça a preocupação do pensamento socrático estava em nossa relação com as pessoas e com mundo. Esse não é um exercício egoísta de apenas pensar em si mesmo, mas conhecer a si mesmo para estar pronto para a vida.<br />
Não podemos nos enganar achando que cuidar da nossa própria vida se resume em nos preocuparmos com consumo, aparência, vida social, desejos. Para muitos, esse é o ideal da felicidade. Mas acabamos dessa forma nos esquecemos que o maior investimento está em nosso caráter, em princípios e valores cristãos que nos ajudam a entender o propósito real que Deus tem para cada um de nós.<br />
O apóstolo Paulo escreve a um jovem chamado Timóteo, que era inexperiente, mas que deseja servir a Deus. Ele era frágil, tímido e inseguro. Mesmo assim, Paulo investe na vida deste jovem para que ele descobrisse o seu potencial, olhando para si.<br />
Quantas pessoas se sentem como Timóteo? Cheios de vigor, sonhos e capacidade, mas sem saber como usar tudo isso da melhor forma possível.<br />
Precisamos aprender olhar para dentro, para percebermos o que nos impede de sermos quem realmente somos em Deus. Assim estaremos prontos para olhar para fora. Encararmos a vida e os desafios que ela nos propõe, sem nos desesperarmos ou nos sentirmos inúteis.<br />
Deus não se preocupa com a nossa salvação, mas com a nossa vida por inteiro, com a nossa saúde, família, trabalho, com as nossas lágrimas, conquistas. E tantas outras áreas da nossa vida, para que vivamos bem.<br />
Cuide da sua saúde, cuide da sua família, cuide da vida espiritual, cuide do trabalho ou do estudo. Faça daquilo que estiver ao seu alcance e creia que Deus realiza em nós a sua obra por completo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Rev. Valdir T. Gaudenzi Júnior</p>
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		<title>PRISIONEIROS DA ESPERANÇA</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 16:56:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rapha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; “Voltai à fortaleza, ó presos de Esperança&#8230;” (Zacarias 9.12) &#160; Não é fácil ter esperança num mundo onde as injustiças são tão gritantes. Somos tomados por um pessimismo que tortura a alma. Ler os jornais ou assistir aos noticiários é uma tarefa árdua e que exige coragem. Coragem para não se abater diante das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Voltai à fortaleza, ó presos de Esperança&#8230;” (Zacarias 9.12)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não é fácil ter esperança num mundo onde as injustiças são tão gritantes. Somos tomados por um pessimismo que tortura a alma. Ler os jornais ou assistir aos noticiários é uma tarefa árdua e que exige coragem. Coragem para não se abater diante das inúmeras guerras que se multiplicam pelo mundo. Coragem para não ser tomado por um desespero diante da violência que grassa pelas ruas de nosso país. Coragem para acreditar que vale a pena cumprir meus deveres de cidadania e ir às urnas, afinal há gente honesta no cenário político do país. Coragem para não se deixar enlouquecer diante da possibilidade da falta de água potável para alguns poucos anos. Coragem para crer que a mãe que abandonou o seu filho recém-nascido numa lixeira estava tomada de desespero, mas não porque sua alma minguou desprovida de toda a bondade e ternura. Coragem para simplesmente viver&#8230;<br />
Quando o índice de esperança na alma inicia um processo de declínio, faço imediatamente um exercício que fabulosamente me recobra o ânimo. Reúno os textos bíblicos que me acompanham pela jornada da vida cristã por alguns anos. Então, descortino minha mente com a doce e inigualável idéia profética de que em tempos de aflição “a esperança volta quando penso no seguinte: o amor do Deus Eterno não se acaba, e a sua bondade não tem fim. Este amor e esta bondade são novos todas as manhãs&#8230;” (Lm. 3:21-23, Linguagem de Hoje). Então, um facho de luz para os meus pés cansados providencia um caminho de trilhas retas e justas. Meus olhos já enxergam possibilidades! A palpitação do meu coração diminui e posso prosseguir.<br />
Prossigo para a poesia apostólica e para a imbatível certeza de que a esperança permanece, ladeada pela fé e guiada pelo amor (I Co 13:13). E as páginas seguintes expõem a tela que “se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens” (I Co 15:19). Assim, entendo que minha momentânea infelicidade e pessimismo resultam do foco errado. E embora lute pela não alienação. Lute para que minha alma não se anestesie diante das dores do mundo, percebo que preciso voltar meus olhos para o futuro e para o fato de que “esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (II Pd. 3:13). Esta é a “nossa esperança de salvação” (I Ts. 5:8, Linguagem de Hoje).<br />
E, então, mesmo que “esperando contra a esperança” (Rm. 4:18), sigo o exemplo do patriarca Abraão e creio. Creio que Deus é poderoso para vivificar uma sociedade amortecida pelo pecado e despertá-la para “Cristo Jesus, nossa esperança” (I Tm. 1:1). Para que mesmo diante das maiores e mais atrozes injustiças não desviemos nosso olhar da “esperança da glória” (Cl. 1:27).<br />
Somente assim minha alma volta ao seu sossego, adentro à fortaleza e, novamente, aprisiono-me à esperança!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Rev. Jean Douglas Gonçalves</p>
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		<title>VIVA EM COMUNHÃO</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 14:22:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rapha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união! Sl. 133:1 &#160; A comunhão cristã é a comunhão por meio de Jesus Cristo e em Jesus Cristo. A obra redentora de Deus coloca a devida importância na vida de cada indivíduo que o professa a fim de que haja dependência mutua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união! Sl. 133:1 </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A comunhão cristã é a comunhão por meio de Jesus Cristo e em Jesus Cristo. A obra redentora de Deus coloca a devida importância na vida de cada indivíduo que o professa a fim de que haja dependência mutua entre os irmãos. Cada cristão é um proclamador da Palavra de Deus e Ele colocou sua Palavra na boca dos homens para que ela fosse difundida e compartilhada entre as pessoas, por isso, o cristão necessita de outro cristão que lhe diga a Palavra de Deus e também lhe dê conselhos, exortações, admoestações e tudo mais.<br />
Desta forma, a comunhão genuína é promovida por intermédio de Jesus Cristo. Somente em Cristo, podemos nos aproximar de outro cristão, pois sem Ele, há apenas discórdias e guerras. É Deus que é a nossa paz (Ef 2.14). Sem Cristo há inimizade entre as pessoas. Jesus é aquele que age como mediador, não somente entre Deus e os homens, mas também entre os próprios homens.<br />
Cristo desobstruiu o caminho que nos conduz a Deus e aos nossos irmãos. Nós só mantemos a comunhão com outros cristãos porque temos em nós a nova natureza de Cristo. Carregamos o corpo de Cristo. Ele próprio e não nós, assumiu a nossa natureza “para que onde Ele estiver, ali estejamos nós também”. Pertencemos a Ele, porque estamos nele. É por meio desse Deus misericordioso que aprendemos a ter misericórdia para com nosso irmão.<br />
   A verdadeira comunhão em Cristo não permite que vivamos uma vida baseada em experiências místicas e eufóricas. Isso, porque Deus quer que vivamos uma comunhão real e verdadeira, e isso só é possível se conhecermos todas as crises e percalços que esse relacionamento proporciona. As fantasias são muito maléficas pois tornam as pessoas orgulhosas e pretensiosas. Quem idealiza uma imagem de comunhão, exige de Deus, das outras pessoas e de si mesmo que ela se torne realidade. E tudo que não acontece do seu jeito é considerado como fracasso e digno de crítica; ela coloca exigências; condições para a comunhão. Não sabe mais agradecer a Deus pelas coisas mais simples da vida. Apenas quem agradece pelas pequenas coisas, recebe também as grandes. Nós impedimos Deus de nos presentear com as grandes dádivas espirituais que ele reserva para nós, porque não lhe agradecemos pelas dádivas cotidianas. Começamos a querer sempre mais e mais, mas nunca satisfeitos com a pequena medida de reconhecimento espiritual, experiência e amor que nos foi proporcionada. Mas como Deus pode confiar coisas grandes a quem não aceita com gratidão as pequenas coisas de sua mão?<br />
Em face disso, devemos sempre agradecer a Deus pela comunhão que Ele proporciona e que ele mesmo trabalha para manter. E finalmente, a comunhão cristã é uma realidade espiritual e não psíquica. A comunhão espiritual é a comunhão das pessoas chamadas por Cristo, é a comunhão das almas piedosas. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. Em cada alma havia temor, e muitos prodígios e sinais eram feitos pelos apóstolos. Todos os que criam estavam unidos e tinham tudo em comum”   (Atos 2:42-44).</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Rev. Fabiano Bueno de Sá</p>
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		<title>ESPERANÇA NO TÚMULO VAZIO</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 13:09:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rapha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[É difícil crermos que um túmulo possa significar esperança para nós. O túmulo revela lembranças de pessoas que já se foram e o medo daquilo que possa vir. Sem dúvidas o túmulo é um tanto sombrio e pouco inspirador, pois nos leva a pensar em morte, sofrimento, enterro, lágrimas&#8230; Convido você a olhar para um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É difícil crermos que um túmulo possa significar esperança para nós. O túmulo revela lembranças de pessoas que já se foram e o medo daquilo que possa vir. Sem dúvidas o túmulo é um tanto sombrio e pouco inspirador, pois nos leva a pensar em morte, sofrimento, enterro, lágrimas&#8230; Convido você a olhar para um túmulo vazio e nele encontrar esperança verdadeira, pois Jesus Cristo ressuscitou, a morte foi vencida, pois Ele está vivo. Essa foi à mensagem mais maravilhosa anunciada para aqueles que foram procurar Jesus no túmulo: &#8220;Por que buscais entre os mortos ao que vive? Ele não está aqui, mas ressuscitou&#8221; (Lc 24.5b-6a). O evangelho de João relata o encontro de Maria Madalena com o túmulo vazio, chorando ela olhou para dentro do túmulo e ali encontrou dois anjos, preocupada em saber onde estava o corpo de Jesus, ela virou-se para traz e viu Jesus em pé, conversando com Ele, Maria Madalena saiu daquele encontro anunciando aos discípulos que Jesus não estava mais no túmulo, pois havia ressuscitado.<br />
Jesus não só apareceu a Maria Madalena, Ele apareceu a Pedro, aos doze apóstolos, a mais de quinhentas pessoas de uma só vez (1 Co 15.6), a Tiago e a Paulo. Várias testemunhas oculares presenciaram Jesus com um corpo de glória. Sua ressurreição não foi uma surpresa, mas uma profecia que foi anunciada, tanto no Antigo, quanto no Novo Testamento. Jesus proclamou que ressuscitaria antes de ser entregue nas mãos dos soldados. A ressurreição de Cristo abalou o inferno, fez estremecer os inimigos e perturba ainda hoje os céticos. De fato hoje existem varias religiões, deuses, filosofias de vida, mas nada que se compara a um Deus que se homem morreu em uma cruz e ressuscitou, pois Jesus está vivo, “Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras&#8221; (1 Co 15.3b-4). Não existe nenhum outro “deus” que trouxe tão grande esperança para o mundo.<br />
É a visão do túmulo vazio que nos dá a certeza da ressurreição de Cristo, sendo um marco de fé, que move a ação e a esperança da Igreja. O Cristo ressurreto abre as portas para um novo tempo, uma nova realidade, onde há salvação e vida eterna. Creio que o túmulo vazio continuará ecoando a voz da Igreja que Cristo vive, Cristo reina, Vivo Ele está, para que o mundo inteiro encontre a esperança em Jesus.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Rev. Valdir T. Gaudenzi Júnior</p>
]]></content:encoded>
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		<title>SOBRE A MENTIRA</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Apr 2012 13:19:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rapha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[Você conhece a fábula do menino e o lobo? Conta sobre certo menino cuja tarefa era pastorear ovelhas. Certo dia ele recebeu um apito para que diante da aproximação de um lobo ou qualquer predador, pudesse chamar ajuda através do som do apito. Mas, peralta que era, pregava peças em todos. Apitava somente para ver [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você conhece a fábula do menino e o lobo? Conta sobre certo menino cuja tarefa era pastorear ovelhas. Certo dia ele recebeu um apito para que diante da aproximação de um lobo ou qualquer predador, pudesse chamar ajuda através do som do apito. Mas, peralta que era, pregava peças em todos. Apitava somente para ver as pessoas saírem correndo para ajudá-lo. E então, gargalhava, diante da pressa e preocupação alheia. Um dia, inesperadamente, um lobo apareceu, mais do que depressa ele apitou e, como esperado, ninguém apareceu para ajudá-lo. Então quem correu foi ele&#8230; Daí surgiu a frase: “Da boca de um mentiroso, até a mais pura verdade é tida por mentira.”<br />
As Escrituras não tratam a mentira como uma brincadeira. Para a Bíblia não existe mentiras leves. Não é apenas uma anedota. Nem somente um tipo de diversão. Diz o sábio que “como louco que lança fogo, flechas e morte, assim é o homem que engana a seu próximo e diz: Fiz isso por brincadeira” (Pv. 26. 18-19).<br />
A mentira dilui a integridade da pessoa. Faz com que sua credibilidade seja questionada. Seus atos tornam-se sempre suspeitos. Sua palavra é recebida com incredulidade. Sua presença é ironizada. Ninguém lhe deposita confiança. A mentira pode enganar alguns por algum tempo, muitos por pouco tempo. Mas nunca enganará a todos por todo o tempo!<br />
Nunca negocie a verdade. “Compra a verdade e não a vendas” (Pv. 23.23). Ainda que o preço seja alto para possuí-la, em nada será desvalorizada. Sofra o prejuízo, mas preserve a integridade e a verdade!<br />
Infelizmente o calendário popular reserva um dia para a mentira. Seus defensores atestam que pequenas mentiras não ofendem, a ninguém prejudicam, apenas divertem. Mas o problema não é o dia da mentira, mas a mentira diária. Assim como qualquer outro pecado, ela se torna um hábito e, conseqüentemente, um vício. Portanto, não exercite a mentira, mas pratique a verdade! “Os lábios mentirosos são abomináveis ao Senhor; mas os que praticam a verdade são o seu deleite” (Pv. 12.22). Pense nisso!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Rev. Jean Douglas Gonçalves</p>
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		<title>MOTIVAÇÃO DIVINA</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 14:40:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rapha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é difícil encontrarmos em nossas igrejas crentes desmotivados. Homens e mulheres que já caminharam com Deus por algum tempo, mas que por alguns fúteis motivos pensam em não mais correr a carreira que lhe está proposta. Cansaram, se decepcionaram, estão prestes a olharem para trás como fez a mulher de Ló. Há dois mil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é difícil encontrarmos em nossas igrejas crentes desmotivados. Homens e mulheres que já caminharam com Deus por algum tempo, mas que por alguns fúteis motivos pensam em não mais correr a carreira que lhe está proposta. Cansaram, se decepcionaram, estão prestes a olharem para trás como fez a mulher de Ló.<br />
Há dois mil anos atrás o mundo pôde ver o nascimento de alguém que realmente estava motivado  Jesus, o Filho de Deus. Cristo entrou na raça humana em uma pequena comunidade judaica. Era membro de uma família pobre, um grupo minoritário, e viveu em um dos menores países do mundo. Nasceu numa estrebaria que não era sua, foi colocado numa manjedoura que não era sua para um dia poder do mesmo modo, entregar a sua vida, que também não era sua, em favor de um povo a quem Deus muito amava. Por fim, num jumentinho que não era seu, Ele entra na grande cidade de Jerusalém, cidade em que Ele usaria o último instrumento que também não era seu  a cruz. Viveu por apenas trinta e três anos, contudo, em três anos de ministério cumpriu o seu propósito aqui na terra  RESGATAR OS FILHOS DE DEUS.<br />
A missão que o Filho de Deus havia recebido de seu Pai não foi fácil. Ele não tinha que elaborar uma teoria de salvação, Ele tinha que ser a própria salvação, o cordeiro pascal que tira o pecado do mundo. Mesmo diante de tanto sofrimento e de tanta dor Ele estava motivado. Motivado a salvar a vida de seus irmãos tão queridos e amados por seu Pai. Jesus não olhou para o alto preço desta missão, ele não olhou para a sua própria dor e sofrimento. Em seu amor compassivo Cristo olha para nós, para nossa sentença de morte, para nossa escravidão do poder do pecado e da morte e olha também para a alegria do Pai em ter os seus filhos perdidos resgatados.<br />
No ardente desejo de agradar o coração do Pai, o Filho se motiva a doar a sua vida em favor de seus irmãos. Este homem estava motivado! Motivação esta que não se abalaria nem mesmo diante da dor extrema e da completa rejeição com a qual receberia. Ele veio para salvar o seu povo, contudo, eles não o receberam, pelo contrário, o rejeitaram publicamente e o expuseram à vergonha, a vergonha da cruz. Ao dizer que era o enviado de Deus para salvar o mundo foi chamado de belzebu, o chefe dos demônios, pelos líderes de seu povo. Mesmo em tanta oposição Ele não perdeu a motivação.<br />
Quando o homem precisou de um sacrifício para ser salvo, o carpinteiro de Nazaré não hesitou em oferecer-se como sacrifício por mim e por você. Para Ele, a dor de seus irmãos foi maior do que a sua própria dor, por isso, ao colocar o amor do Pai em favor de seus filhos em primeiro lugar, Deus se motivou. Sua motivação foi completa, até o fim, até consumar sua missão. Diante de tão grande amor uma pergunta se torna pertinente. Será que temos a mesma motivação para segui-lo? Será que o seu amor expresso na cruz do Calvário motiva o nosso coração a subir com Ele a Jerusalém para ser morto na cruz? A motivação de Cristo estava no imensurável amor com que Deus nos amou. Que essa motivação esteja também presente em nossos corações. Que Deus nos motive em nossa caminhada cristã. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Rev. Fabiano Bueno de Sá</p>
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		<title>IRREPREENSÍVEIS</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Mar 2012 17:34:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rapha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível&#8230;” 1 Tm. 3.2a &#160; O que significa ser irrepreensível? Alguém que seja inatacável? Pessoas perfeitas na acepção da palavra? Em todos os sentidos do termo e no seu sentido mais estrito? John Stott diz que uma coisa é ser culpado de faltas comuns que não ferem a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>“É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível&#8230;”</em> 1 Tm. 3.2a</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O que significa ser irrepreensível? Alguém que seja inatacável? Pessoas perfeitas na acepção da palavra? Em todos os sentidos do termo e no seu sentido mais estrito?<br />
John Stott diz que uma coisa é ser culpado de faltas comuns que não ferem a reputação de um homem, e outra coisa é ter um nome carregado de infâmia ou manchado por alguma nódoa escandalosa.<br />
Assim, em primeiro lugar, pessoas irrepreensíveis valorizam o caráter. Caráter fala do coração. De como lidamos com as virtudes mais essenciais da vida. Caráter fala do homem no escuro. Fala do homem quando somente Deus o vê. Caráter tem a ver com o nosso interior. Com as construções internas. Com a valorização do ser.<br />
Ser é o maior desafio de uma pessoa.  Ser é mais desafiador do que ter: “&#8230; a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui.” (Lc. 12.15). Ser é mais desafiador do que saber: “Fazei e guardai, pois, tudo quanto eles vos disserem, porém não os imiteis nas suas obras; porque dizem e não fazem.” (Mt. 23. 3). Ser é revelado nas práticas comuns e diárias da vida: “Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, porém a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa produzir frutos maus, nem a árvore má produzir frutos bons. Toda a árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo. Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis.” (Mt. 7. 16-20). Ser é revelado nas palavras que escapolem dos lábios: “Raça de víboras, como podeis falar coisas boas, sendo maus? Porque a boca fala do que está cheio o coração” (Mt. 12.34).<br />
Pessoas irrepreensíveis, depois de seu caráter, valorizam a família. A família não é um bem descartável. E em nossos dias, a cultura do relativismo e do pragmatismo pode levar-nos à aceitação de que é possível ter sucesso na vida sem êxito no lar. No dia em que ser bem-sucedido em qualquer área, vier ao preço de sacrificar a família, o fracasso já terá se instalado.<br />
Portanto, irrepreensível, à luz de 1 Timóteo 3. 1-7 é, sobretudo, alguém que descobriu quais são os verdadeiros valores da vida. Fez destes valores suas prioridades e aprendeu a guardá-los como alguém que protege um tesouro. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Rev. Jean Douglas Gonçalves</p>
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		<title>A DIREÇÃO VEM DE DEUS!</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 14:38:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rapha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do Senhor ” Provérbios 16:1 &#160; Quais são os teus planos para este ano? Quais são as tuas metas a serem alcançadas? Não há nada melhor do que poder sonhar em Deus e acreditarmos que nEle podemos todas as coisas “tudo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>“O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta<br />
certa dos lábios vem do Senhor ” </em>Provérbios 16:1</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quais são os teus planos para este ano? Quais são as tuas metas a serem alcançadas? Não há nada melhor do que poder sonhar em Deus e acreditarmos que nEle podemos todas as coisas “tudo posso naquele que me fortalece” (Fl. 4:13). Todavia, se não sabemos onde estamos nem para onde vamos, não podemos ter a pretensão de querermos chegarmos a algum lugar.<br />
Os sonhos e os planos vêm de Deus. Ele deu um sonho ao povo de Israel: uma terra prometida. Quando olhamos para a história do seu povo, percebemos que o mesmo Deus que os levou a sonhar foi o mesmo Deus que os colocou numa terra que mana leite e mel. O povo de Israel durante os 40 anos de peregrinação no deserto não ficou confuso. Deus os guiou e os sustentou. Sl 78 diz: “Guiou-os de dia com uma nuvem e durante a noite com um clarão de fogo. (&#8230;) Fez sair o seu povo como ovelhas e o guiou pelo deserto, como um rebanho”. “Tabernacular” em meio ao seu povo é de fato o grande desejo divino. Precisamos estar em sintonia com Deus, alinhados com a sua vontade para que experimentemos “a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”  &#8211; Rm 12:2<br />
Eclesiastes 3:1 nos diz: “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu”. Contudo, não somos nós e os nossos propósitos que movemos a Deus, pelo contrário, é Ele quem nos move pela força do seu poder para executarmos os seus planos. Porque de Deus somos cooperadores; lavoura de Deus, edifício de Deus sois vós (1 Coríntios 3:9). E mais, tudo aquilo que ele começou a fazer em nós Ele irá terminar. Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus (Filipenses 1:6). Deus tem planos para nós, e os seus planos são mais elevados do que os nossos. “Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais” Jeremias 29:11.<br />
É tempo de avançar, prosseguir. É tempo de sairmos da acomodação e lutarmos para alcançar tudo aquilo que Deus tem para nós. “Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão,14 prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” &#8211; Filipenses 3:13-14. É tempo de correr: “corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta” Hb 12:1.<br />
Que Deus renove as nossas forças: “Mas os que esperam no SENHOR renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam &#8211; Isaías 40:31-  e firme os nossos passos sobre a rocha. “Nós, porém, não somos dos que retrocedem&#8230;” Hb. 10:39. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Rev. Fabiano Bueno de Sá</p>
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		<title>ABENÇOADOS PARA A MISSÃO</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 13:36:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rapha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Convido você a observar o Salmo 67. Este texto, em suma, diz que a bênção graciosa de Deus nos conduz à responsabilidade missionária. Vejamos quais são as implicações deste texto em nossas vidas como Igreja: A BÊNÇÃO QUE CULMINA NA MISSÃO. “Seja Deus gracioso para conosco, e nos abençoe, e faça resplandecer sobre nós o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Convido você a observar o Salmo 67. Este texto, em suma, diz que a bênção graciosa de Deus nos conduz à responsabilidade missionária. Vejamos quais são as implicações deste texto em nossas vidas como Igreja: <strong>A BÊNÇÃO QUE CULMINA NA MISSÃO.</strong><br />
<em>“Seja Deus gracioso para conosco, e nos abençoe, e faça resplandecer sobre nós o rosto; para que se conheça na terra o teu caminho e, em todas as nações, a tua salvação (&#8230;) A terra deu o seu fruto, e Deus, o nosso Deus, nos abençoa. Abençoe-nos Deus, e todos os confins da terra o temerão.”</em><br />
A bênção tem necessariamente algo a ver com a missão. Nas palavras do salmista: “nos abençoe&#8230; para que&#8230;”. Alia-se a benção à sua finalidade, missionar.<br />
Certamente temos sido abençoados por Deus. Nossa igreja, família, finanças são indiscutivelmente alvos da graça abençoadora de Deus. Mas, para quê? Somos abençoados para nos orgulharmos de nossa condição? Para, acomodados, permanecermos inertes diante das urgências missionárias de nosso tempo? Para sermos expectadores do culto? Para sermos consumidores das atividades da igreja?<br />
Definitivamente, não! A bênção de Deus nos constrange a colocarmos nossa vida, inteligência, dons e todos os demais recursos disponíveis à serviço de Deus e Sua missão. Portanto, tornar-se indispensável dizer que a benção como um privilégio culmina numa responsabilidade, a missão.<br />
<strong>A MISSÃO QUE RESULTA DA BENÇÃO.</strong><br />
 A finalidade do desprendimento abençoador do coração de Deus não é outra senão o seu desejo de que o seu caminho seja conhecido e que as nações trilhem por ele ao encontro da salvação.<br />
Fazem-se necessários alguns apontamentos quanto à missão, vejamos:<br />
<strong>Primeiro, a missão é orientada rumo a todas as nações da terra.</strong> A recorrência com que as palavras – terra, nações, povos, gentes (v.4) &#8211; aparecem não deixam transparecer nenhuma sombra de dúvida que a intenção de Deus é voltada para todos os povos.<br />
<strong>Segundo, a missão tem sua origem em Deus.</strong> Deus é o sujeito da ação – é ele quem abençoa, julga e guia na terra as nações. Afinal, para que as nações trilhem pelo caminho é preciso que Deus guie na terra as nações até o caminho.<br />
<strong>Terceiro, a missão é um desafio litúrgico de inclusão de todos os povos na adoração cúltica a Deus.</strong> Como diria Orlando Costas, “A liturgia sem a missão é como um rio sem uma fonte. A missão sem o culto é como um rio sem o mar”. Sendo assim, em última instância, nossa missão é conduzir homens e mulheres a Cristo, a fim de que representantes de todas as línguas, povos, tribos e nações, rendam-se diante do trono e adorem ao Cordeiro!<br />
Nossa esperança e desafio é que a benção com que já temos sido abençoados não se torne razão de nosso comodismo e quietude, mas que santas inquietações nos transformem em operários da missão e pela benção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Rev. Jean Douglas Gonçalves</p>
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